Web Summit Rio 2026 · GovTech · Proteção de mulheres em situação de violência

Proteção contínua à mulher em situação de violência.

Infraestrutura de governança assistiva para integrar a rede, registrar trilhas auditáveis e apoiar a presença do Estado no tempo certo.

O dispositivo móvel é a ferramenta de interação do programa. A IA atua como camada de suporte ao acompanhamento, à coordenação da rede e à governança responsável.

Mão segurando celular com a interface institucional do reabilit.ai, indicando acompanhamento contínuo do programa.
Celular como ponto de interação, acompanhamento e presença institucional.

Contexto crítico

A urgência é diária.

A proteção de mulheres em situação de violência exige leitura contínua, resposta no tempo certo e coordenação entre rede, território e instituições.

Nas próximas 24h, em média:

  • 87 mil
    relatos de algum tipo de violência contra mulheres
  • 240
    estupros e estupros de vulnerável registrados
  • 10
    mulheres serão mortas de forma violenta

Fonte: FBSP/Datafolha, Visível e Invisível: a Vitimização de Mulheres no Brasil, 5ª ed., 2025; FBSP, Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2025; Ipea/FBSP, Atlas da Violência 2025. Cálculos: médias diárias derivadas dos totais anuais ou dos últimos 12 meses.

Mapa do Brasil em traço fino com conexões territoriais, representando a urgência diária da proteção de mulheres em situação de violência.

É nesse contexto que o reabilit.ai atua: para fortalecer redes públicas de proteção com continuidade, rastreabilidade e decisão humana soberana.

O problema

Não falta lei. Falta continuidade para proteger no tempo certo.

Mulheres em situação de violência passam, muitas vezes, por diferentes portas de entrada: atendimento social, saúde, segurança, justiça, assistência e rede comunitária. O problema é que sinais se perdem, fluxos quebram e decisões sensíveis ficam sem uma trilha comum de acompanhamento.

Diagrama em traço manual mostrando território, mulher, medida protetiva, rede de atendimento, justiça, assistência, acompanhamento e revisão humana conectados por linhas — algumas contínuas em verde e outras pontilhadas e quebradas, representando descontinuidade.

Quando a resposta atrasa, a proteção enfraquece.

01

Fragmentação da rede

Informações importantes ficam dispersas entre serviços, equipes, territórios e momentos diferentes.

02

Quebra de acompanhamento

A proteção perde força quando encaminhamentos, retornos e alertas não são acompanhados no tempo certo.

03

Baixa rastreabilidade institucional

Sem trilha auditável, fica mais difícil entender o que foi feito, por quem, quando e com qual finalidade.

A solução

Uma camada assistiva para redes de proteção a mulheres.

O reabilit.ai não substitui profissionais, autoridades ou serviços públicos. Ele organiza contexto, sinaliza quebras de continuidade, apoia encaminhamentos responsáveis e registra trilhas auditáveis para fortalecer a proteção de mulheres em situação de violência.

01 · Entrada segura

Registro institucional com finalidade declarada, minimização de dados e acesso governado.

Fluxo

Como reabilit.ai opera dentro da rede de proteção a mulheres

Prova de método

Método testado com 12 mil casos sintéticos.

Antes de qualquer operação com dados sensíveis reais, o reabilit.ai utiliza casos sintéticos para testar fluxos, limites, cenários de encaminhamento e lógica de governança em ambiente controlado.

Laboratório de dados do reabilit.ai com indicadores de simulação, evolução e distribuição por cenário.
Ambiente sintético controlado para validação de fluxos e lógica operacional.
01
12 mil casos sintéticos
02
4 fluxos institucionais simulados
03
0 dados reais sensíveis
04
Ambiente controlado antes do campo
Demonstração sintética. Não representa validação governamental, clínica ou judicial definitiva.

Governança responsável

Assistiva por desenho. Humana por princípio.

Em uma solução voltada à proteção de mulheres em situação de violência, governança não é acessório. É condição de confiança.

O que o reabilit.ai faz

  • Apoia redes públicas de proteção a mulheres
  • Organiza contexto institucional
  • Sinaliza quebras de continuidade
  • Apoia fluxos de acompanhamento
  • Registra trilhas auditáveis
  • Sustenta decisões humanas responsáveis

O que o reabilit.ai não faz

  • Não substitui autoridade pública
  • Não automatiza punições
  • Não faz score social de pessoas
  • Não é ferramenta de vigilância contínua
  • Não remove responsabilidade humana
  • Não expõe dados sensíveis por padrão

Modelo de escala

Desenhado para escalar com redes públicas de proteção.

O reabilit.ai foi pensado para adoção modular por municípios, estados e estruturas federadas, respeitando pactuação territorial, governança pública e limites éticos de uma agenda sensível.

Tier 01

Piloto protegido

Escopo controlado, dados minimizados, papéis definidos e avaliação institucional antes da expansão.

Tier 02

Contratação modular

Implantação por módulos para reduzir barreiras de adoção e facilitar procurement público.

Tier 03

Escala federada

Modelo replicável entre município, estado e federação, com governança compartilhada.

Mesa Web · Evidence Room

Mesa Web reabilit.ai: a sala de prova técnica para proteção de mulheres.

A Mesa Web reúne o acervo técnico do reabilit.ai para quem precisa avaliar a solução com profundidade: Dossiê Técnico-Institucional, Portal Técnico, Protótipo, Plano Mestre, Cadernos Temáticos e ambientes do ecossistema RAIZ.

Não fique só no pitch. Abra a sala de prova técnica da solução criada para fortalecer redes de proteção a mulheres em situação de violência.

Recorte do painel reabilit.ai usado na Mesa Web.
Recorte real do ambiente operacional do reabilit.ai — acervo, indicadores e leitura técnica.
  • Investidores: tese, escala, risco e rota B2G.
  • Tecnologia: arquitetura, IA assistiva, dados sintéticos e auditabilidade.
  • Governo: piloto, pactuação territorial e operação assistida.
  • Parceiros: rede, pesquisa, conteúdo e impacto.

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  • Para investidores: tese de impacto, escala federada e risco controlado.
  • Para tecnologia: arquitetura, dados sintéticos e human-in-the-loop.
  • Para governo: piloto protegido, pactuação e continuidade da rede.
  • Para parceiros: pesquisa, implantação, conteúdo e articulação institucional.